segunda-feira, 22 de setembro de 2014

Veja o "trailer" do filme "Irmã Dulce" com participação de Gloria Pires

 “Tudo seria melhor se houvesse mais amor”. Essa frase encerra o trailer de “Irmã Dulce”, de Vicente Amorim, filme estrelado pelas atrizes Bianca Comparato e Regina Braga e que estreia em todo o país em novembro. O trailer da cinebiografia chega aos cinemas no dia 2 de outubro, e traz uma prévia do longa-metragem sobre a mulher que, guiada pela fé, dedicou sua vida aos mais necessitados e mudou o rumo da história, sendo venerada por milhões de brasileiros.  

 Rodado totalmente em Salvador, o filme do premiado diretor Vicente Amorim (“Um Homem Bom”, “Corações Sujos”, “2000 Nordestes”, “Caminho das Nuvens”) conta com produção de Iafa Britz (“Minha Mãe é uma Peça, “Nosso Lar” e “Se eu fosse você”), da Migdal Filmes, coprodução da Globo Filmes, Paramount e Telecine e distribuição da Downtown Filmes e Paris Filmes. 

O longa mostra a trajetória da freira baiana que tendo como ferramentas a determinação e o amor, construiu uma obra social sem igual no país, com creches, hospitais e centros educacionais. Bianca vive Dulce na juventude – período em que seu ativismo social e sua luta pelos miseráveis crescem em meio ao preconceito e à desconfiança da sociedade. Já a consagrada Regina Braga vive Irmã Dulce a partir da maturidade, quando, embora já admirada por suas ações, continua a enfrentar resistência à sua forma de atuar, inclusive dentro da própria Igreja. 


O elenco conta ainda com Gracindo Junior, Gloria Pires, Irene Ravache, Zezé Polessa, Malu Valle, Luiz Carlos Vasconcelos e Fábio Lago. Com um perfil de uma mulher quase subversiva na sua ação, capaz de quebrar paradigmas pelo seu amor ao outro, Irmã Dulce lutou contra todo tipo de preconceito. Foi beatificada em 2011 e segue o processo de canonização que pode torná-la a primeira santa brasileira. Mas, na terra de Todos os Santos, ela cruzou as fronteiras religiosas, sendo respeitada e venerada por toda a população. Suas ações e capacidade de mobilização impactaram gerações, a despeito de credos ou mesmo da falta deles. Em 1988 foi indicada ao Prêmio Nobel da Paz por seu trabalho incansável às populações carentes.

Sinopse 
“Irmã Dulce” conta a emocionante história da mulher que, indicada ao Nobel, chamada em vida de “Anjo Bom da Bahia” e beatificada pela Igreja, nunca se importou com títulos. A história de uma mulher cujo único objetivo era confortar os necessitados, cuidar dos doentes, amparar os miseráveis – a qualquer custo, com a ajuda de quem fosse. Capaz de atravessar Salvador de madrugada para dar colo a um menino de rua ou de pedir verba a um político em pleno palanque, Irmã Dulce enfrentou inimigos externos – o preconceito, o machismo, os dogmas - e um interno: uma doença respiratória incurável. Passou por eles com obstinação, alegria, amor e fé e construiu uma obra que, até hoje, só cresce, como cresce a devoção por ela.

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