Márcio Garcia relembra 'Anjo Mau': “Estar com a Glorinha, que já era uma atriz superconhecida, foi muito bacana."
No 'Vídeo Show', ator conta como foi viver Luiz Carlos na novela de 1997

Quem é mais novinho pode até não se lembrar, mas Márcio Garcia já passou muito tempo dentro de uma oficina, foi apaixonado por rali e irmão de Gloria Pires. Tudo isso foi em 1997, na pele de Luiz Carlos, em Anjo Mau. Hoje, quase 20 anos depois, ele comemora a volta da novela no Vale a Pena a Ver de Novo a partir da próxima segunda-feira, 28/3, mas explica que quem mais gosta de ver seus primeiros personagens em casa são os filhos, Pedro, Nina, Felipe e João. "Meus filhos procuram muito na internet meus papéis do início da carreira e dão muita risada. Eu era bem moleque quando comecei, tinha uns 20 anos, então, eles se divertem vendo", conta ele durante entrevista para o Vídeo Show.

Márcio viveu um bom moço em Anjo Mau, que foi sua terceira novela: “Foi muito divertida de fazer, mas como era um remake, ouvia muito essa comparação, então, trouxe uma responsabilidade. Eu ficava sempre na oficina e lembro que suei bastante, mas isso era bom porque ajudava e dava aquele brilho no personagem".
Outras lembranças marcante do ator são as parcerias e as amizades que fez na trama. “Estar com a Glorinha, que já era uma atriz superconhecida, foi muito bacana, ficamos mais próximos naquela época. E também me aproximei do Kadu Molitermo, a gente chegou a pegar onda junto”, relembra.
Mesmo com toda a sensação de nostalgia, ele afirma que, diferentemente dos filhos, não costuma assistir aos trabalhos que fez no início da carreira. O ator até gosta de comparar o estilo, a performance, as roupas e os cortes de cabelo da época para os de hoje em dia, mas confessa que sofre um pouco com a autocrítica. "Acho que sempre estou ruim", assume, aos risos. E completa: "Sempre vejo e acho que poderia ser melhor. Sou extremamente crítico comigo como ator. Se olho para um lado, acho que devia ter olhado para outro".

E o que mudou do Márcio de 1997 para o de 2016? A paciência! "Quando você é mais jovem, fica se achando o centro das atenções, mas com o tempo aprende que o ator tem que esperar. A gente espera muito para fazer cabelo, maquiagem, passar texto, então, o tempo que fica no set é curto. Quando era mais novo, ficava ansioso para gravar. A maturidade me ensinou a usar esse tempo a meu favor, para ler um livro ou resolver algumas coisas que preciso", aconselha o ator, que depois de Bahuan, em Caminho das Índias, vai matar a saudade de muita gente no Vale a Pena a Ver Novo como Luiz, de Anjo Mau. Não perca!
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