quarta-feira, 17 de outubro de 2012

12 coisas sobre Gloria Pires

Veja curiosidades da atriz de 49 anos, que voltou às novelas em "Guerra dos Sexos"



Aos 49 anos, a consagrada atriz Gloria Pires conta que não gosta de andar de bicicleta, confessa que já fez simpatia para afastar quem a atormentava e revela que guardou roupinhas dos filhos, Cleo, 29 anos, Antônia, 20, Ana, 12, e Bento, 7, para o dia que tiver netos. Intérprete da Roberta, da novela "Guerra dos Sexos", ela diz ainda que já fez maluquices nos cabelos, como passar um produto que deixou os fios gordurosos. "Parecia manteiga".


“Tive um acidente de bicicleta quando tinha 2 anos e traumatizei. Eu estava na garupa com minha irmã, Linda, e minha prima e madrinha, Terezinha Regina, estava na frente (guiando a bicicleta). Enquanto a gente passeava, enfiei o pé na roda, quase perdi o pé, foi horrível. Não me lembro da dor, mas me recordo de todo o processo do pé entrando na roda, minha irmã quase caindo. Eu até ando (de bicicleta), mas não tenho firmeza, fico insegura. Lá em casa, todos têm bicicleta, mas ninguém anda. Quando morei em Paris, o que eu vi de gente caída na rua é para apavorar qualquer um. Acho lindo, até quando tenho tempo de ir para a academia uma das coisas que eu adoro fazer é spinning. Aí eu mato a vontade, e é ótimo”
“Quando eu tinha 14 anos, fazia Dancin’ Days, e a moda era usar gel, fazer topetes. Só que um dia comprei uma coisa que não era gel, era algo oleoso. Passei aquilo no cabelo, principalmente na franja, para poder fazer o topete. Quando fui lavar a cabeça, aquilo não saía por nada. Taquei álcool, sabão em pó, detergente e nada funcionava. O pessoal da maquiagem/cabelo ficou louco, sabe o que é lavar cabelo todo dia e não sair nunca? Foram algumas semanas sofrendo com aquela gordura, parecia manteiga.”
"Vivi em uma casa, em São Paulo, até os 5 anos, e tínhamos muitos animais. Eles eram meus brinquedos favoritos. Eu tinha gatos, um cachorro, uma pata, um porquinho-da-índia e dois cágados."

“Teve uma época em que uma pessoa realmente me atormentava, empatava minha vida. Aí alguém me falou de uma simpatia, que consiste no seguinte: você pega o nome da pessoa, escreve em um papel, põe em um copo d’água e coloca esse copo de água dentro do congelador. Fiz acreditando, e realmente funcionou. A pessoa vai para outra galáxia, vai lá viver a vida dela e te deixa em paz.”


“Odeio carro de som, tanto para anunciar candidato quanto produto. Tenho ódio, deveria ser proibido, inclusive o carro da pamonha fresquinha. É muito irritante. A gente já vive numa cidade extremamente barulhenta e ninguém merece ter que aguentar o carro de som. Eu faço campanha contra o carro de som e contra as motos sem escapamento ou com escapamento furado. Se eu tivesse uma arma, seria o momento para usar, no pneu da moto, para a pessoa não poder mais andar com a moto naquele estado”.



“Quando vim morar no Rio de Janeiro, minha grande companheira foi a televisão, especialmente a Sessão da Tarde. Via todos aqueles musicais. Eu gostava muito de Fred Astaire. Fiz aulas de balé quando era pequena, fiz sapateado, adoro dança de salão. Mas não tenho com quem dançar. Orlando (Moraes, seu marido), não gosta muito de dançar, não é muito a onda dele. Aí eu fico esperando um trabalho em que eu precise dançar”


“Minhas quatro gestações foram ótimas, enjoei só um pouquinho no começo, não tive desejos. Minha família tem uma imagem de Nossa Senhora do Bom Parto, que já vem desde minhas avós, e que ficava sempre comigo. Fazia uma mentalização com ela antes de ir para o hospital. Mas a vida não está no nosso controle, quando a Cleo nasceu, me maquiei, fiz as unhas, queria ter parto de cócoras. Chegou na hora, não deu: fiz cesárea, tive de tirar o esmalte da unha e chorei tanto que borrei a maquiagem. Foi uma merda, uma cagada (risos). Primeiro filho, né?”

“Depois dos 40, o negócio de creminhos começou a se fazer necessário. Sou disciplinada. Para a manhã tenho protetor, vitamina C, creme para a área dos olhos; e à noite tenho creme para tirar manchas. Tudo coisa básica, que minha dermatologista é bem objetiva. Sigo bem certinho os meus tratamentos, se viajo, levo os meus remédios, as minhas vitaminas, tudo que eu tenho de dia a dia vai na bagagem. Levo a sério, não tem outro jeito.”

“Acho que não vou ser uma avó que deseduca, mas vamos ver. Guardei roupinhas de cada um dos meus filhos (Cleo, de 29 anos, Antônia, 20, Ana, 12, e Bento, 7) para o dia em que os netos chegarem. São peças especiais, de festa. Tem a roupa do batizado, que foi a mesma camisola para todos, e a da saída da maternidade, que os quatro usaram”.
“A idade chega todos os dias, mas eu tinha 17 anos quando achei o meu primeiro cabelo branco. Só comecei a pintar com uns 20 e poucos anos quando a cabeça começou a ficar cheia de fios brancos. É chato, mas é a vida. E também não faço nada de especial no cabelo, às vezes dou um jato de água fria, depois de lavar os fios, para dar um brilho. Não lavo o cabelo todo dia, lavo dia sim, dia não. Meu cabelo é muito grosso e não é oleoso. Lavar todo dia é ruim.”
“Eu estava na antiga 5ª série (tinha 11 anos de idade), e uma menina repetente ficou muito insegura com a minha presença, talvez pelo fato de eu fazer televisão. Essa menina infernizou a minha vida de todas as formas, era tão maquiavélica que colocou os professores contra mim. Era tudo por trás, ninguém me aceitava para fazer trabalho, passavam trotes para a minha casa. Naquela época não se identificava o que era bullying, foi um ano de provação na minha vida. Louise Cardoso, (atriz) que era professora de teatro na escola, sacou todo o esquema e desmascarou essa menina, alertou os professores. Louise Cardoso me salvou do bullying. Uns meses atrás, eu vi essa menina, hoje uma mulher, quando estava saindo do estacionamento, em Itaipava, na Região Serrana do Rio. Eu a reconheci imediatamente. Fiquei pasma de ver como ela está feia! Pensei: “coitada”. Não tenho nem raiva, minha vida andou, graças a Deus está tudo certo. Tem gente que já é ruim desde cedo. Ela era muito complexada, também não teve a ajuda de que precisava.”

“Quando moramos em Paris, na França, entre 2008 e 2011, tudo foi muito legal, foi uma experiência muito bacana. Mas no início achava que todo mundo estava brigando comigo, por causa do jeito deles falarem. A pior coisa era comprar o tíquete do metrô, foi um alívio quando começaram com as maquininhas. Dava graças a Deus de não ter que pedir para alguém comprar o bilhete para mim porque eu ficava muito sem jeito, pensava que as pessoas estavam mal-humoradas, que eu não estava falando da maneira correta. Hoje procuro manter o francês assistindo filmes”.

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